BLOG DA SEMANA 29 - 18 de julho de 2007
Estamos em estado de choque diante do pavoroso acidente com o avião da TAM que vitimou 176 pessoas. E´ inacreditável! E doloroso para todos nós.
De fato o País está entregue a uma malta de irresponsáveis e incompetentes. Todo o dia nos surpreendem notícias de malversações de dinheiros públicos, de acusados de desvios de conduta moral forcejando para desviar o foco das acusações de modo a se safarem, como é o caso do Senador Renan Calheiros que não quer provar como o seu patrimônio cresceu de forma exponencial em curtíssimo prazo, nem que a relação com o lobista era normal, nem que o uso de apartamento deste último para encontros libidinosos não o comprometiam com o lobista. Não, como documentação que mereceu reparos da Polícia Federal ele quer apenas evidenciar que o dinheiro era dele, o que é a menor parte do imbróglio da falta de decôro.
Os controladores de vôo durante meses afrontaram a cidadania numa greve que não tinham o direito de fazer molestando milhares de seus concidadãos.
O Projeto SIVAM que ao tempo do governo Fernando Henrique foi apresentado como questão de segurança nacional e de controle do espaço aéreo amazônico para impedir o contrabando de nossas riquezas e o tráfico de drogas, sabe-se agora não funcionar, só detectar aviões que voem acima dos 3.000 metros, não ter em funcionamento nem 10% dos radares necessários para a cobertura da área e os que estão instalados não alcançarem os aviões que voem a baixas altitudes. Então ninguém controla a prestação contratual da Reitheon, a empresa contratante (posso ter errado na grafia do nome) ou a vigilância foi amortecida por formas inconvencionais?
A pista principal do aeroporto de Congonhas poderia ter sido entregue ao tráfego sem as ranhuras que lhe daria segurança? E as empresas poderiam passar a utilizar tal pista ainda em situações onde o risco aumentaria, como de todos são conhecidas? E porque a pista auxiliar não foi utilizada na ocasião do pouso do avião da TAM quando já se sabia do estado escorregadio da pista principal, alertado por vários comandantes de aviões comerciais em comunicados com a torre?
De fato o País está entregue a uma malta de irresponsáveis e incompetentes. Todo o dia nos surpreendem notícias de malversações de dinheiros públicos, de acusados de desvios de conduta moral forcejando para desviar o foco das acusações de modo a se safarem, como é o caso do Senador Renan Calheiros que não quer provar como o seu patrimônio cresceu de forma exponencial em curtíssimo prazo, nem que a relação com o lobista era normal, nem que o uso de apartamento deste último para encontros libidinosos não o comprometiam com o lobista. Não, como documentação que mereceu reparos da Polícia Federal ele quer apenas evidenciar que o dinheiro era dele, o que é a menor parte do imbróglio da falta de decôro.
Os controladores de vôo durante meses afrontaram a cidadania numa greve que não tinham o direito de fazer molestando milhares de seus concidadãos.
O Projeto SIVAM que ao tempo do governo Fernando Henrique foi apresentado como questão de segurança nacional e de controle do espaço aéreo amazônico para impedir o contrabando de nossas riquezas e o tráfico de drogas, sabe-se agora não funcionar, só detectar aviões que voem acima dos 3.000 metros, não ter em funcionamento nem 10% dos radares necessários para a cobertura da área e os que estão instalados não alcançarem os aviões que voem a baixas altitudes. Então ninguém controla a prestação contratual da Reitheon, a empresa contratante (posso ter errado na grafia do nome) ou a vigilância foi amortecida por formas inconvencionais?
A pista principal do aeroporto de Congonhas poderia ter sido entregue ao tráfego sem as ranhuras que lhe daria segurança? E as empresas poderiam passar a utilizar tal pista ainda em situações onde o risco aumentaria, como de todos são conhecidas? E porque a pista auxiliar não foi utilizada na ocasião do pouso do avião da TAM quando já se sabia do estado escorregadio da pista principal, alertado por vários comandantes de aviões comerciais em comunicados com a torre?
Voltando à discussão do Porto de Luiz Correa, o que eu digo é que o projeto previa um molhe de pedras do lado da Ilha de Santa Isabel que teria um espigão a ele perpendicular. Tal molhe resultaria que o rio nas suas enchentes periódicas encheria a primeira parte e depois a segunda, do que resultaria um estreitamento e aprofundamento do canal e um aumento da velocidade das águas, com o que as areias que fossem trazidas pelo rio seriam levadas para o mar aberto, após a bacia de atracamento dos navios – nada disto foi feito. Além do mais, se formos ver as fotos do porto na GOOGLE, observar-se-á, claramente que o molhe posterior se projeto além do molhe anterior – ambos formando a bacia de manobra e atracamento dos navios – do que resulta que de fato essa perna maior conduz as areias do rio para dentro da bacia de manobra. As aberturas pelos fundos da bacia de manobra, não foram feitas e estavam previstas como uma opção adicional para impedir o assoreamento da bacia de manobra.
Acompanhei muito de perto o projeto do porto e até pouco tempo detinha todas as plantas do mesmo. Agora me desfiz de uma parte delas. Para a sustentabilidade econômica do projeto do Porto, forneci ao meu amigo engenheiro Mariote Lima Rebelo os dados do potencial de volumes de exportação e importação e assim acompanhei o projeto do Porto desde o seu nascedouro, ajudando inclusive “no parto”.
Ajudei-o também no início do projeto da barragem da Boa Esperança, dando através da Federação do Comercio da qual eu era o Presidente, o dinheiro necessário para que o Mariote mandasse proceder ao levantamento fotogramétrico das possíveis áreas para a barragem – o objetivo era encontrar paredes para a fixação lateral da barragem e bacia para a inundação de volume compatível. O Mariote chegou certo dia para mim dizendo: “o judeu (eu ainda não me havia convertido ao catolicismo) estou precisando de um dinheiro para a localização da barragem, mas não posso receber o dinheiro de pessoa física, você pode me dar uma solução?” Respondi prontamente que sim, que a Federação da qual eu era Presidente iria disponibilizar a soma necessária, o que foi feito. Ocorre que a Federação que eu presidia era desprovida de recursos, pois existia apenas para assegurar, juntamente com a Federal Atacadista do Comercio do Estado do Piauí (também sediada em Parnaíba), a manutenção da sede do SESC na nossa cidade. O SENAC perdemos quando o então senador suplente Mendonça Clark para angariar as simpatias dos teresinenses criou a Federação do Comercio Varejista e pretendeu engolir a de Parnaíba. Assm, Teresina passou a dispor da poderosa e politicamente influente Federação do Comercio Varejista do Piauí. Para atender à solicitação do meu amigo Mariote, eu fiz uma contribuição para a Federação, não me lembro mais a que título, e esta disponibilizou o recurso de que o Mariote necessitava para pagar os Serviços de Fotogramnetria da Cruzeiro do Sul. Assim que as coisas boas acontecem sem alardes e com eficácia e eficiência. Sem "pabulagens" como diria o caboclo piauiense.
Sobre a luta do comercio de Parnaíba pelas suas entidades, tratarei em outra ocasião. O interessante é observar que são sempre os filhos da nossa cidade que alçados a posições de mando de âmbito estadual ou federal, se encantam com a perspectiva de assegurar apoios no centro e sul do Estado, para o que nunca hesitam em prejudicar a cidade berço. Uma lástima!
Acompanhei muito de perto o projeto do porto e até pouco tempo detinha todas as plantas do mesmo. Agora me desfiz de uma parte delas. Para a sustentabilidade econômica do projeto do Porto, forneci ao meu amigo engenheiro Mariote Lima Rebelo os dados do potencial de volumes de exportação e importação e assim acompanhei o projeto do Porto desde o seu nascedouro, ajudando inclusive “no parto”.
Ajudei-o também no início do projeto da barragem da Boa Esperança, dando através da Federação do Comercio da qual eu era o Presidente, o dinheiro necessário para que o Mariote mandasse proceder ao levantamento fotogramétrico das possíveis áreas para a barragem – o objetivo era encontrar paredes para a fixação lateral da barragem e bacia para a inundação de volume compatível. O Mariote chegou certo dia para mim dizendo: “o judeu (eu ainda não me havia convertido ao catolicismo) estou precisando de um dinheiro para a localização da barragem, mas não posso receber o dinheiro de pessoa física, você pode me dar uma solução?” Respondi prontamente que sim, que a Federação da qual eu era Presidente iria disponibilizar a soma necessária, o que foi feito. Ocorre que a Federação que eu presidia era desprovida de recursos, pois existia apenas para assegurar, juntamente com a Federal Atacadista do Comercio do Estado do Piauí (também sediada em Parnaíba), a manutenção da sede do SESC na nossa cidade. O SENAC perdemos quando o então senador suplente Mendonça Clark para angariar as simpatias dos teresinenses criou a Federação do Comercio Varejista e pretendeu engolir a de Parnaíba. Assm, Teresina passou a dispor da poderosa e politicamente influente Federação do Comercio Varejista do Piauí. Para atender à solicitação do meu amigo Mariote, eu fiz uma contribuição para a Federação, não me lembro mais a que título, e esta disponibilizou o recurso de que o Mariote necessitava para pagar os Serviços de Fotogramnetria da Cruzeiro do Sul. Assim que as coisas boas acontecem sem alardes e com eficácia e eficiência. Sem "pabulagens" como diria o caboclo piauiense.
Sobre a luta do comercio de Parnaíba pelas suas entidades, tratarei em outra ocasião. O interessante é observar que são sempre os filhos da nossa cidade que alçados a posições de mando de âmbito estadual ou federal, se encantam com a perspectiva de assegurar apoios no centro e sul do Estado, para o que nunca hesitam em prejudicar a cidade berço. Uma lástima!

1 Comments:
Seulement pour vos désirer bonheur pour vottre anniversaire !
Un ami de Parnaiba
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